quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Você tem MEDO de dentista??

    Atualmente uma parcela menor da população apresenta esse medo(ou mesmo pânico,dito por alguns),mas ainda existe muita gente assim. Estudos científicos indicam que a odontofobia atinge de 15% a 20% da população.
    O medo dos dentistas tem diversas explicações, uma delas é a questão da prevenção. Antigamente as pessoas iam ao dentista muito tardiamente,com o problema já instalado, e ao invés de fazer tratamentos preventivos pra evitar esses acontecimentos(DOR) os dentistas preocupavam-se com o tratamento curativo( resolver o problema que gerava a dor). Isso se tornava mais cansativo, trabalhoso e doloroso, pois, a prevenção é muito mais fácil de ser feita do que a parte de cura.O equipamento, os instrumentais, os aparelhos usados antigamente causavam, no mínimo, um desconforto grande ao paciente, isto sem falar da dor propriamente.O paciente, criança ou adulto, ia então ao consultório como quem ia para o matadouro. Certo, absolutamente certo que ia sofrer.
    Hoje em dia novas técnicas de anestesia,novas técnicas de procedimentos e até materiais odontológicos produzidos facilitam os procedimentos e encurtam o tempo de tratamento. Tudo para diminuir a ansiedade gerada pelo desconhecido,pela dúvida que a pessoa tenha sobre o que vai ser feito, e o que efetivamente o dentista realizará. Hoje se sabe que o medo, a tensão, o nervosismo, a ansiedade, o mau humor, a impaciência, a depressão, por exemplo, são verdadeiros desencadeadores de sintomas nocivos. Quando esses estados negativos, que geram sentimentos pesados, não são processados e liberados, eles intoxicam o organismo, atingindo nossos órgãos mais frágeis. E a nossa boca, nossas dentes não escapam.
    Muitos desconhecem a SÍNDROME DO JALECO BRANCO, em que só de ver um jaleco branco(profissional de saúde), há uma descarga de adrenalina endógena tão alta, que aumenta o batimento cardíaco, a respiração fica ofegante, e muitas vezes o paciente chega a passar mal. Em relação a anestesia uma dica: se a pessoa tentar respirar fundo e tentar pensar em coisas agradáveis isso pode ser amenizado. O profissional pode ajudar mostrando tranquilidade ao paciente;é possível contornar esse problema.  Se o paciente ficar nervoso por ir ao dentista ou por saber que vai tomar anestesia, a dificuldade aumenta muito porque há maior circulação sanguínea pelo aumento dos batimentos cardíacos, gerando menor tempo de anestesia do que deveria. Assim o anestésico acaba rapidamente e a pessoa começa a sentir dor ,aumentando o stress, aumentando a adrenalina, a circulação, e potencializando a dor. O dentista,que aplicou a injeção de forma correta e numa quantia correta, precisa compensar com mais anestésico afim de evitar mais dor/desconforto naquele determinado procedimento.
   O temor também pode ser transmitido de pai para filho. Muitas crianças sentem medo de dentista quando os pais também o sentem. Isso pode acontecer quando o pai conta uma experiência dolorosa para a criança. É importante que os adultos que convivem no dia a dia da criança evitem fazer comentários perto dela sobre experiências odontológicas negativas vividas por eles, pois estes poderão gerar nas crianças o medo subjetivo.Outra atitude dos pais que pode gerar medo é fazer ameaças, transformando o próprio dentista, a anestesia ou a injeção em castigo quando a criança faz alguma travessura ou não quer comer.
    Algumas pesquisas mostram que os estados emocionais podem alterar o pH da boca e desequilibrar a flora estomacal, causando até a halitose (mau hálito). A alteração da constituição da saliva, sua quantidade, a produção aumentada de compostos de enxofre na cavidade bucal, que levam ao mau hálito encontram na tensão emocional uma de suas causas. É comum acometer o indivíduo às vésperas de evento importante como uma entrevista de emprego,por exemplo.A tensão e o nervosismo podem provocar o bruxismo (ranger dos dentes durante o sono). Ao enrijecer e sobrecarregar a musculatura, a pessoa comprime demais os dentes e isso pode abalar a polpa dental (nervo), já que a irrigação sanguínea ali fica comprometida. Os distúrbios da ATM (articulação têmporo-mandibular) estão associados à ansiedade, que pode causar má oclusão (desequilíbrio do contato dos dentes, que ficam mal posicionados,) e desvio de mandíbula.


Tenha sempre em mente que ir ao dentista é uma necessidade,é uma questão de saúde e deve ser tratada como tal. Uma visita periódica a cada 6 meses evitará procedimentos mais invasivos e,consequentemente, menor probabilidade de dor. Prevenção é o caminho e ácredite, OS DENTISTAS SÃO GENTE BOA E NÃO SENTEM PRAZER EM VER SEU PACIENTE SOFRER!!!

sábado, 30 de julho de 2011

P&G anuncia recolhimento temporário de antisséptico bucal Oral-B

    A Procter & Gamble do Brasil anunciou o recolhimento voluntário e temporário de alguns tipos de antissépticos bucais da marca Oral-B. Os produtos foram fabricados na Colômbia e distribuídos nas embalagens tamanho dois litros, 750 ml e 500 ml.
    Segundo a empresa, a medida foi tomada após a identificação de um problema de qualidade envolvendo níveis microbianos fora de especificação em produtos produzidos em uma das fábricas terceirizadas pela empresa. Por meio do telefone 0800 167252, a P&G disponibiliza-se a auxiliar os cirurgiões-dentistas a efetuar o descarte e obter o reembolso pelos antissépticos bucais de dois litros.

  Se você usa esse produto,observe o local em que foi fabricado e se constar COLÔMBIA,descarte-o afim de evitar qualquer outro transtorno à sua saúde!



(Fonte: Odonto1)

terça-feira, 19 de julho de 2011

Brasileiros criam aparelho intraoral para promover SACIEDADE ALIMENTAR

   Pesquisadores gaúchos desenvolveram um aparelho bucal que contribui na diminuição do sobrepeso. A invenção ganhou o nome de Aiosa (sigla de Aparelho Intraoral de Saciedade Alimentar) e foi criado pelo cirurgião-dentista Alexandre Conde e pela nutricionista Simara Rufatto Conde.
   O Aiosa se assemelha a um contensor odontológico móvel, embora seus desenvolvedores ressaltem que ele não pode ser considerado um aparelho ortodôntico. Seu mecanismo de ação acontece por estímulos fisiológicos estomatognáticos desencadeados pelo contato oral, promovendo reações no sistema nervoso. Segundo Alexandre, o aparelho "auxilia na perda e na manutenção de peso, por meio do estímulo precoce e prolongado da saciedade alimentar em estruturas orais". O aparelho foi apresentado oficialmente em abril de 2010, na Revista Brasileira de Nutrição Clínica.
    A criação do aparelho começou na clínica de Alexandre. "A ideia ocorreu a partir da observação da forma equivocada de uso de contensores odontológicos por parte dos pacientes. Observou-se nestes uma alteração de hábito alimentar", lembra Alexandre Conde. "Fizemos um projeto de pesquisa que foi submetido a um comitê de ética. Tivemos de nos adequar para que obtivéssemos o aval para a pesquisa."
   O Aiosa deve usado sempre que o paciente for ingerir qualquer alimento, seja sólido ou líquido. Apenas a ingestão de água dispensa a colocação do aparelho. Segundo Alexandre, o aparelho nunca impede o contato dos dentes superiores e inferiores. "Os dentes da arcada superior e da inferior devem se encostar perfeitamente. Isso é importante até mesmo porque a trituração dos alimentos é essencial para que a nutrição aconteça da forma mais adequada", explica o criador do Aiosa. "Este aparelho não tem nada que possa atrapalhar na trituração do alimento."
   O estudo acompanhou 60 voluntários, divididos em quatro grupos, por dois meses. Na comparação de resultados, os voluntários que foram submetidos a uma orientação nutricional associada ao uso do Aiosa foram os que conseguiram maior diminuição de peso, de 7,83% em média. "É por isso que preconizamos sempre que o aparelho seja usado associado a uma orientação nuricional. Como qualquer tratamento, tem sua indicação e, consequentemente, contraindicação. Ele pode ser usado como terapia exclusiva da perda de peso ou como terapia coadjuvante de outras técnicas de tratamento de obesidade e sobrepeso", resume o pesquisador. O aparelho só pode ser indicado por nutricionistas, endocrinologistas, psicólogos, cardiologistas, cirurgiões plásticos, entre outros profissionais.
    Ocorrendo a indicação, o paciente é encaminhado a um cirurgião-dentista que deverá observar as contraindicações odontológicas ao uso do aparelho, no caso, incidência de cárie, lesões periapicais e doenças periodontais. O aparelho também é contraindicado para pacientes com problemas oclusais severos, em tratamento ortodôntico, com intolerância ao uso de outros aparelhos (contensores ou placas de bruxismo), usuários de próteses totais ou parciais superiores, ou próteses fixas de um ou mais elementos com problemas. Do ponto de vista nutricional, o aparelho não é indicado para pacientes com hipertireoidismo, anorexia, desnutrição ou qualquer tipo de perda de peso significativa.
entação nutricional." Alexandre e Simara têm outros três trabalhos prontos aguardando publicação.

  EM BREVE TEREMOS MAIS UM MEIO DE CONTROLE DE PESO,ESPERAMOS QUE SEJA EFICAZ E ACESSÍVEL!!


(Fontes: www.odonto1.com/ http://www.aiosa.com.br/)

terça-feira, 5 de julho de 2011

IN 2011- SP

     Entre os dias 2 e 5 de Julho foi realizado em São Paulo o IN2011,um Congresso Internacional de Implantodontia que reúne especialistas de todo o mundo com o objetivo de trazer novas técnicas e aperfeiçoamento nesta área,tão abrangente na Odontologia.




      É claro que eu não poderia ficar de fora e fui,mesmo rapidamente,participar desse importante evento que trouxe enriquecimento científico e mais vontade de me aperfeiçoar tecnicamente.




     Novidades,palestras e materiais...inovações e descobertas que trarão benefícios no planejamento e execução dos casos atendidos.









(Dr. Gustavo,Dr. Felippe,Dra. Ingrid,Dr. Marcelo e Dr. Alessandro...a CLIVO/Flamengo no IN 2011) 




      Além de cursos de excelência,uma palestra também foi muito concorrida...MAX GEHRINGER,atualmente o maior consultor empresarial com vários livros publicados. Sala lotada e dentistas ansiosos para ouvir conselhos que  darão um diferencial em nosso trabalho.


(NUNCA DESISTIR...PERSISTIR!! Esse foi o grande conselho.)




    O IN 2011 também foi uma excelente oportunidade de rever amigos queridos,espalhados pelo país e por isso nem sempre tão acessíveis...

(Bruna Medeiros,amiga especial e super querida...profissional Dentsply)

(Dra. Erika-Volta Redonda e Dra. Cristiane Werneck-RJ,amigas de longa data e muitos cursos Brasil afora)



(Dr. Alexandre Baptista,amigo desde a faculdade e profissional de Jaguaré-ES,um reencontro muito feliz!!)






(Dr. José Augusto,colega CLIVO também presente no Congresso)

                                 (A sintonia era tante que sem nem combinarmos,todos estávamos de lilás...rs)




   Agora,de volta à rotina, é hora de colocar em prática as inovações propostas visando a prática de uma Odontologia de excelência!!














domingo, 26 de junho de 2011

THUMBGUARD- Parar de chupar o dedo está mais fácil!!

    Chupar dedo é considerado uma atividade normal e natural entre crianças de tenra idade. Resulta de um reflexo de sucção muito forte, que é vital para a sobrevivência da criança. Embora os bebês chupem para obter alimentação, recebem igualmente sensações orais agradáveis, nomeadamente associadas à satisfação com a alimentação, à intimidade e à ternura. Na maioria dos casos, à medida que a criança cresce, vai descobrindo alternativas para obter o mesmo tipo de realização emocional.
    Contudo, algumas crianças tentam manter a experiência antes necessária, calmante e agradável de chupar para se alimentarem (quer do peito, quer da mamadeira), criando assim o vício de chuparem os dedos. Caso este hábito não seja eliminado até determinada idade, pode tornar-se prejudicial para o desenvolvimento social, emocional e físico da criança. Estudos científicos e diretrizes recentes indicam que as crianças devem perder o hábito entre o terceiro e o quatro ano de vida. A forte sucção do polegar pode alterar profundamente o desenvolvimento da boca e o posicionamento dos dentes nos maxilares superior e inferior. Em resultado, o palato é empurrado para cima e estreita-se, o que leva ao desenvolvimento de discrepâncias entre a posição dos dentes de ambos os maxilares, descoordenando-os.
    Abaixo alguns dos outros problemas causados pelo vício de chupar o dedo:
- aumento do risco de doenças contagiosas infantis, resultante de se colocar constantemente o dedo sujo na boca;
- possibilidade de atraso do desenvolvimento social, devido ao facto de as crianças com este vício serem vistas como bebés pelas outras, sendo frequentemente rejeitadas pelo grupo ou ridicularizadas. Para aliviar a pressão causada pela relação competitiva ou pela situação desagradável com as outras crianças, a que chupa o dedo tende a refugiar-se no vício como forma de compensação, em vez de resolver o problema.
   É importante lembrar que quando o hábito de chupar o dedo se extingue em tenra idade, muitos dos problemas citados acima desaparecem naturalmente, mesmo os da forma dos maxilares e do posicionamento dos dentes. Um estudo indica que "a correção natural da oclusão defeituosa causada por chupar o dedo não depende apenas do seu grau, mas também do funcionamento dos lábios e da língua e da restante musculatura peribucal."
    Em 1995, uma avaliação levada a cabo por uma organização independente de pesquisa odontológica revelou que o tratamento com ThumbGuard™ tem sucesso em 90% dos casos. Esse dispositivo é fabricado em material plástico não tóxico de qualidade medicinal branco ou transparente, e restringe de forma mínima as atividades da criança durante a sua utilização. Prendem-se à mão da criança mediante pulseiras multicores, que as crianças acham engraçado usar e lhes permitem escolher as cores. FDA registou e confirmou que o dispositivo ThumbGuard™ deve ser indicado no tratamento dessa disfunção.

    Para chupar o polegar, a criança tem de criar vácuo no dedo com os lábios para formar sucção. Para impedir que isso aconteça, a peça tubular do dispositivo introduzida sobre o polegar da criança tem sempre de ter diâmetro superior ao do dedo. Quando os lábios aderem ao exterior da peça tubular, o intervalo (ou espaço) entre o polegar e o interior do tubo permite a circulação do ar, impedindo assim a formação de vácuo.

    É muito importante a aplicação e fixação apropriada do dispositivo, para que a criança não o poder retirar (especialmente durante a noite), quando a tentação de chupar for maior.  O dispositivo deve ser utilizado sempre que a criança se possa sentir tentada a chupar o dedo. Os melhores resultados alcançam-se quando a criança usa o dispositivo permanentemente durante quarto semanas, retirando-o diariamente apenas para limpeza.







(Fontes: www.netdentista.com/ hwww.parar-chupar-dedo.com)

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Células-tronco do DENTE DE LEITE ajudam a recuperar a visão

    Uma reportagem do programa Espaço Aberto - Ciência e Tecnologia, da GloboNews, mostrou os significativos avanços conquistados recentemente na decíduopesquisa de células-tronco retiradas da polpa de dentes decíduos(de leite) na recuperação da visão. Há dez anos, a técnica vem sendo desenvolvida no Brasil pelo Centro Avançado de Superfície Ocular (Caso) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
A pesquisa implantou as células-tronco na superfície da córnea de 12 olhos. Os pacientes foram avaliados pelo período de um a dois anos, ao final, os pesquisadores obtiveram 70% de sucesso.  As células foram colocadas na região do limbo, entre a córnea e a conjuntiva, onde podem regenerar constantemente a superfície do olho. 
    O cientista José Álvaro Gomes, um dos líderes da pesquisa do Caso, explica que as células-tronco do dente se comportam de maneira semelhante às células-tronco embrionárias, ambas são muito plásticas. Assim, quando implantadas na córnea, têm mais facilidade para se transformar em células do microambiente inserido.
    A pesquisa das células-tronco extraídas de dentes de leite tem patente brasileira e é registrada pelo Instituto Butantã de São Paulo. O estudo será apresentado em outubro no Congresso da Academia de Oftalmologia dos Estados Unidos.

   Vamos acompanhar as pesquisas e esperando que os resultados continuem animador,como esse relato.



(Fonte: Globonews)

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Designer líbia cria escova dental sustentável com graveto

   A história das escovas de dentes primitiva é antiga,data de 1490 na China o primeiro protótipo do que podemos chamar de escova dental. Era constituído de uma haste de bambu ou osso dotada de um feixe pêlos de porco. O problema era seu preço,um artefato caro,e acabava prejudicando seu usuário à medida que suas cerdas de origem animal iam mofando( e deixavam a cavidade oral predisposta ao 'ataque' dos fungos).
    Já na Europa Medieval a escova era já acompanhada de um creme dental,o que demosntra um grande avanço. Mas a cura do mau hálito era com um bochecho asqueroso,à base de urina(argh!). Só no séc. XVIII é que um prisioneiro britânico(William Addis) teve uma brilhante ideia e desenvolveu a escova de dente. Ele usou um pedaço de osso animal e fez furos num de suas pontas,e neles incluiu cerdas fornecidas por um dos carcereiros e fixou com cola,sendo a 'tecnologia' do invento.
    Atualmente no mercado existem vários tipos,cores e tamanhos de escova de dentes,tantas que a maioria dos pacientes não consegue identificar qual delas é a ideal pra seu uso. A tecnologia permitiu o desenvolvimento de cada constituinte da escova de acordo com a necessidade do caso(anatomia do cabo,disposição dos feixes,...).
    Com a 'onda' de termos novos materiais sustentáveis,a estudante de design da Líbia, Leen Sadder, criou um protótipo de escova dental a partir desses materiais. Inspirada por um instrumento primitivo de higiene oral, Sadder sugere que um graveto, conhecido na cultura oriental como miswak, seja utilizado em substituição às escovas tradicionais.
    O graveto é retirado da árvore Salvadora Pérsica. Seu interior possui cerdas que com propriedades antimicrobianas que higienizam os dentes e evitam o mau hálito. O projeto da jovem estudante contempla, além do miswak, uma embalagem e um mecanismo para aparar a ponta do graveto, semelhante a um cortador de charutos. Após ser totalmente usado, o miswak poderia ser descartado na natureza.


                     "Bonitinha" né?? Mas é uma alternativa sustentável.



(Fonte: odonto1.com)